O Brasil tem defendido a inclusão dos mais pobres no orçamento público como uma diretriz fundamental para ampliar o acesso a renda, emprego e serviços essenciais. A estratégia visa não apenas combater a fome e a pobreza, mas também impulsionar a economia do país.
A argumentação central é que tirar as pessoas da fome é apenas o ponto de partida. É necessário um reforço com outras políticas que auxiliem na superação da miséria e da pobreza.
Políticas estruturantes para a inclusão
O governo brasileiro defende que as políticas de combate à fome sejam acompanhadas por ações estruturantes. O objetivo é promover a geração de renda e a inclusão produtiva dos cidadãos.
Integração de políticas para transformação social
A transformação social e econômica ocorre quando a proteção social, a segurança alimentar, o acesso ao crédito, a educação e a geração de renda são articulados de forma integrada. Além disso, a resiliência climática, a resposta a crises e a proteção social devem avançar conjuntamente por meio de sistemas nacionais.
Com informações da Agência Brasil



