Mais de mil candidatos aprovados para o cargo de analista técnico-administrativo da segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CNU 2025) têm até as 23h59 desta terça-feira (5) para manifestar a preferência pelo local de lotação. A convocação foi publicada pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) no Diário Oficial da União e também enviada por e-mail aos participantes.
Escolha de lotação é opcional
A possibilidade de escolher o local de trabalho se aplica somente aos convocados para analista técnico-administrativo. Caso o candidato não manifeste sua preferência, o Ministério da Gestão definirá a lotação, de acordo com o interesse da administração pública federal.
Como manifestar a preferência
A manifestação de preferência deve ser feita exclusivamente pelo site SouGov.br ou pelo aplicativo SouGov.br, utilizando o login e senha da conta Gov.br. Os candidatos poderão indicar suas opções de local de exercício entre as localidades disponíveis, em ordem de preferência. O edital estabelece que a escolha feita será considerada como manifestação formal de aceitação, inclusive para cidades fora das capitais. Saiba mais aqui.
Critérios de distribuição e prioridades
Os servidores convocados poderão ser lotados em até 36 órgãos federais, em diversas regiões do país. A distribuição considerará as preferências dos candidatos e as demandas dos órgãos públicos. O MGI estabeleceu regras com base em critérios de prioridade, que incluem:
- a preferência do candidato;
- a ordem de classificação;
- a necessidade de lotação em locais estratégicos para a administração pública federal.
A administração federal considera três fatores para organizar e decidir a lotação de cada candidato aprovado: a demanda dos órgãos, a preferência do candidato e a ordem de classificação.
Restrições para Brasília e capitais
Nos casos de nomeação para Brasília ou capitais dos estados, não haverá possibilidade de recusa da vaga. A não aceitação nessas situações será considerada desistência. Para localidades fora de Brasília e das capitais, a administração não poderá designar o candidato para um município que não tenha sido previamente escolhido por ele.
Carreira transversal
O cargo de analista técnico-administrativo integra a carreira de analista técnico do poder Executivo (ATE), criada recentemente pelo MGI. Essa carreira tem caráter transversal, permitindo a atuação em diferentes órgãos da administração pública federal, conforme as necessidades institucionais, com o objetivo de fortalecer a atuação técnica do Estado brasileiro.
Com informações da Agência Brasil



